Arquivo para Maio, 2008

30
Mai
08

Notícia: Jovens latino-americanos preferem usar internet a assistir TV

Os jovens latino-americanos preferem usar a internet a assistir televisão, embora a maioria não disponha de acesso à rede em sua casa, segundo a primeira pesquisa realizada pela Universidade de Navarra e pelo programa Educared da Fundação Telefónica, na qual participaram 7 países da América Latina.

A Telefónica divulgou nesta sexta-feira (9) os primeiros dados do levantamento do qual participaram 22 mil estudantes de mais de 200 centros educativos de Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela. A pesquisa foi realizado entre julho e outubro de 2007.

Trata-se do primeiro estudo que integra as diferentes tecnologias disponíveis para crianças e jovens –o maior do tipo realizado na América Latina.

Cerca de 42% dos jovens de 11 anos indagados preferem a internet à televisão e a porcentagem sobe para 60% no segmento de adolescentes entre 14 e 15 anos.

30
Mai
08

Notícia: Especialista discorda de críticas à internet e vê “progresso”

Em 2005, o então colunista da revista “Wired” Steven Johnson, um dos mais influentes pensadores do cyberespaço, causou tanta polêmica quanto Mark Bauerlein ao afirmar, em seu livro “Surpreendente” (Campus, 216 págs.), exatamente o inverso do que diz “The Dumbest Generation”.

Também provocativo no título original (“Everything Bad Is Good for You”, tudo o que é ruim é bom para você), o livro de Johnson considera que os games, a internet e a TV potencializam as faculdades cognitivas das pessoas, ao exigirem elaboração constante de raciocínio.

“O engajamento via internet toma um milhão de diferentes formas. Algumas são admiráveis, como a Wikipedia, os blogs políticos. Outras, como os chats e o MySpace, não diferem das trocas sociais que eu tinha na adolescência, pelo telefone”, diz Johnson, 39, em entrevista à Folha, por e-mail, discordando de Bauerlein.

Johnson vê a considerada “perda de memória” como um aspecto natural, mas não acredita que “isso seja necessariamente uma coisa ruim”. “Pode ser verdade que estejamos nos tornando mais dependentes de extensões on-line para nossos cérebros e nossa memória -simplesmente porque há muita informação disponível-, mas isso não é necessariamente uma coisa ruim. Estamos adaptando nossas habilidades à capacidade de lidar com essas informações”, argumenta.

Ele acredita inclusive que esteja ocorrendo um “ligeiro declínio” na capacidade de estruturar argumentos extensos, mas avalia que o efeito seja minimizado por essas mesmas “novas habilidades”.

O aumento do número de informações (e do acesso a elas) é um caminho natural na história, avalia. “Assim o progresso acontece. Uma das características das eras das trevas (e Eco deveria saber disso!) é o isolamento de informações entre grupos pequenos”, alfineta.

Fonte: Folha SP

30
Mai
08

Website Globalizado – Um vendedor internacional para sua empresa


Relatório de Acessos do Google Analytics para o Codeorama OS

Até onde seu website consegue captar usuários/clientes?

Ter um website com alcance local, regional e/ou nacional é ter pouca ambição no mercado, no mundo todo temos 14 países de língua portuguesa, a grande maioria da população mundial fala inglês e espanhol, com esses dados fica fácil saber que se sua área de atuação não é global, você pode estar perdendo muitos usuários/clientes.

Quais as desculpas que já ouvi sobre não ter um website com alcance global?

1. Não tenho departamento de Comércio Exterior para exportar.
Não há necessidade de se ter um departamento de Comércio Exterior para vender seus produtos pela internet para fora do Brasil, o próprio website fará boa parte desse papel.

2. Não tenho intenção de exportar.
Restringir seu campo de atuação por ter medo de fazer negócios fora do Brasil é uma realidade que precisa mudar, existem muitas empresas aqui que possuem qualidade similar ou superior aos produtos internacionais. Pode ser que sua empresa não faça negócios com o Japão, EUA, ou outra potência mundias, mas seus produtos podem ser bastante interessantes para Chile, Bolívia, índia, Egito, etc. Não tenha medo, arrisque!

3. É difícil e burocrático exportar do Brasil.
Como diria o “Presidente” Lula: Nunca na história desse país se exportou tanto! Exportar produtos e matéria-prima nunca foi tão fácil, simples e rápido, com a ajuda dos Correios.

Prepare seu website para o mundo globalizado, apresente-o nos idiomas inglês e espanhol, além do português. Isso não é a solução definitiva, mas já é um começo. Quem sabe a sua produção inteira não é comprada por uma empresa estrangeira.

30
Mai
08

Notícia: Expressar sentimentos num blog faz bem à saude, diz pesquisa

Expressar seus pensamentos e emoçoes através de um blog pode ser bom para a saúde, diz uma materia da revista Scientific American. Entre os benefícios de se expressar através da escrita estão a melhoria a memoria e do sono, o estimulo à atividade imunológica das celulas e a aceleração da recuperação após uma cirurgia. Em fevereiro, um estudo na França com pacientes com cancer indicou que os que se envolveram com a escrita logo antes do tratamento se sentiram melhor, mental e fisicamente, do que os que não fizeram isso. Ainda segundo a materia, blogar pode liberar dopamina, um neurotransmissor que estimula o sistema nervoso central, da mesma maneira que outras atividades como ouvir musica, correr ou ver obras de arte. E ainda mais, a possibilidade de resposta imediata oferece a quem escreve o beneficio de encontrar outras pessoas em situaçao similar. 

Fonte: Blue Bus

30
Mai
08

Notícia: OLPC versão 2010

Dia 20 de Maio em Cambridge, na oficina da OLPC (One Laptop Per Child) seu fundador, Nicholas Negroponte anunciou a nova versão do laptop OLPC XO, que será chamado de XO-2. O novo OX-2 terá 2 telas touch-screens (sensíveis ao toque). O tamanho também será reduzido, chegando quase a metade do seu antecessor. “O portátil da geração seguinte deve ser um livro.” disse Negroponte. Uma inovaçnão muito interessante, além da alimentação por energia solar e reduzindo seu consumo a 1W.

O sistema operacional instalado no OX-2 permitirá que crianças de diversas idades possam utilizá-lo de acordo com o nível de conhecimento, pois até mesmo o layout do teclado, que será numa das telas sensíveis ao toque, poderá ser configurado em níveis diferentes de conhecimento.

28
Mai
08

Notícia: Internauta com banda larga no Brasil dispara 53% em abril

O número de internautas brasileiros que acessaram a web via banda larga pelo menos uma vez em abril saltou 53% na comparação com o mesmo mês de 2007, para 18,3 milhões, segundo resultados de uma pesquisa.

O levantamento da empresa de pesquisa Ibope/NetRatings afirma que o volume de usuários ativos de Internet com banda larga corresponde a 82% dos internautas que acessaram a web pelo menos uma vez no mês passado.

Em termos de acesso residencial, o volume de internautas cresceu 41,3% sobre abril de 2007, para 22,4 milhões. No total do País, que inclui acessos a partir de locais como trabalho, cibercafés e telecentros, a base se manteve em 40 milhões de pessoas.

“O Brasil continua com o maior consumo individual de Internet domiciliar, tanto em tempo de navegação quanto em média de páginas por pessoa”, afirma relatório da empresa de pesquisa divulgado à imprensa e que mostra que o brasileiro navegou em média 22 horas e 47 minutos em abril, acessando 1.868 páginas da web.

Os países que mais se aproximaram do Brasil em tempo de navegação em abril foram a França, com 20 horas e 12 minutos, e os Estados Unidos, com 19 horas e 33 minutos por usuário.

“O elevado consumo de páginas de Internet no Brasil está diretamente relacionado à alta afinidade dos brasileiros com as redes sociais, que são os sites com maior média de páginas vistas por usuário”, afirma José Calazans, analista de mídia da empresa de pesquisa no comunicado.

Fonte: Terra

Paulo Gomes pergunta: seu website mordeu uma fatia grande desses acessos ou ficou apenas com a azeitona?

Pense bem, são 1 868 páginas por usuários x 40 000 000 usuários = 74 720 000 000 páginas visitadas no total, se de 74 bilhões de páginas visitadas seu website possui poucos acessos, está na hora de contratar uma consultoria ou profissional mais qualificado para o seu website. Os usuários existem e estão navegando mais do que nunca. Aumentando a quantidade de acessos na internet brasileira, portanto os seus acessos deveriam crescer proporcionalmente, mesmo que boa parte desses 74 bilhões de acessos seja de redes sociais.

28
Mai
08

10 erros mais comuns em projetos de website

Recebo vários emails solicitando o caminho das pedras em projetos de website. Vou apresentar nesse post uma lista com os 10 erros mais comuns nos projetos e que geram trabalho em excesso e/ou uma remuneração baixa… Além, é claro, de não garantir o sucesso do projeto, levando-o ao ostracismo.

Não mostrarei o caminho, mas mostrarei as principais pedras para que você possa traçar seu próprio caminho, desviando delas:

1. Não trabalhe por empreitada, trabalhe por Estimativa de Horas:
Esse é o principal erro quando se começa um projeto de website. O cliente solicita o projeto, passa o briefing e pede um orçamento. Até aí o processo é normal, mas muitos desenvolvedores passam o orçamento com preço por empreitada, ou seja, para entregar o projeto final.

Com essa filosofia de trabalho, você permite que esse projeto tenha alterações infinitas, pois foi vendido no orçamento um website e enquanto o cliente não achar que o projeto está bom, ele ficará alterando o mesmo. Você trabalhará muito e receberá pouco.

Venda a estimativa de horas, isso garante que se o cliente fugir do cronograma apresentado junto com o orçamento, terá que pagar pelas horas de trabalho excedidas no projeto.

2. Não apresentar cronograma para o cliente:
Junto ao orçamento você deve encaminhar um cronograma que descreverá todas as etapas e prazos a serem cumpridos por ambas as partes (a sua e a do cliente), pois o cliente deve ter comprometimento com o trabalho que está sendo realizado. Nunca deixe seu cliente enviar material para você a hora que ele bem entender, ou tiver tempo. Essa atitude do cliente faz com que o prazo estipulado para desenvolvimento do projeto se estenda demais, gerando prejuízo para o desenvolvedor.

3. “Quero meu website igual ao do meu concorrente!”:
Fuja dessa frase como o Diabo foge da cruz, tente contornar a situação argumentando com o cliente que nem sempre o contexto e/ou idéia utilizados no projeto do concorrente podem ser pertinentes aos do seu cliente. E que a experiência que ele teve no website do concorrente pode não satisfazer as necessidades dos seus possíveis clientes. Quando se copia o website de um concorrente para seu cliente, você está copiando também os erros cometidos pelo concorrente, pois quem garante que ele acertou?! Algumas vezes o website do concorrente pode não ter sido desenvolvido por profissinais qualificados, ou seja, pelo famosos “sobrinhos”.

4. Não invente a roda:
A roda já existe, então aperfeiçoá-la é a melhor opção. Geralmente alguns clientes solicitam navegações, diagramações e arquitetura da informações absurdas, a ponto de mudarem o fluxo de utilização de determinadas ferramentas e a hierarquia das informações. Existem convenções que foram adotadas para certas aplicações na internet, pois os usuários já estão acostumados com elas, algumas delas são: sistema de login, orçamento, faq, carrinho de compras, etc. Se o cliente solicitar um sistema de login diferente da convenção adotada na internet, ele poderá não ter o sucesso desejado no projeto por dificultar a utilização do mesmo pelos usuários, pois se a função do sistema é apenas uma, porque fazer diferente do que já é utilizado em larga escala em outros projetos?

5. Meu cliente quer um website institucional, mas que seja parecido com o do Terra, Uol, G1, etc:
Um dos maiores erros que os clientes cometem por falta de consultoria dos desenvolvedores é querer colocar um link de cada notícia, artigo, produto, foto, evento, etc. na página inicial. Com a mentalidade que algum desses links possa interessar ao usuário e que isso gere navegação. Isso nunca acontecerá, pois os usuários acessam os websites pelos buscadores, com isso, raramente a sua página inicial será acessada através das pesquisas em buscadores, pois eles geralmente levarão seus usuários às páginas internas do website.

Entenda a página inicial do website como o hall de entrada da sua empresa na internet, colocar vários links como alguns clientes desejam é dar um tiro no próprio pé. Imagine um cliente entrando numa empresa física e deparando com um hall que possui mais de 20 portas. Em qual delas o usuário deve entrar para acessar o conteúdo desejado? Com certeza ele se sentirá perdido, sem orientação, e com apenas 2 cliques no navegador ele conseguirá ir para outro website. O usuário pode passar 2 horas no Google procurando um website que tenha o que ele deseja, mas não passará 10% desse tempo (12 minutos) procurando esse conteúdo dentro do seu website.

6. O cliente identifica um problema no website e passa a solução para ser desenvolvida:
Isso acontece muito! Se o cliente identificar um problema e/ou deficiência no website, ele deve apenas comunicar ao desenvolvedor qual o problema, e não apresentar a solução que ele deseja.

Vejo muitos projetos interessantes na internet, mas que pecam em alguns aspectos, onde se percebe nitidamente que a solução dada para um determinado problema que surgiu no website não foi devidamente estudada, sendo apenas uma solução “emocional” do seu cliente.

Quem deve dar a solução é o desenvolvedor, essa solução deve vir acompanhada de uma defesa para explicar os motivos pelo qual se chegou a essa conclusão. Com isso pode-se evitar que o projeto seja desfigurado, gere outro problema e/ou deficiência. O cliente entende do negócio dele, quem entende de desenvolvimento para internet é o desenvolvedor.

Geralmente, os clientes não possuem informações de pesquisas, estudos relacionados e dados estatísticos do website e nem tão pouco sabem interpretá-los, só como um exemplo simples, o número de acessos do website não é a principal informação de um relatório estatístico, mas para os clientes esse é o principal dado estatístico de um website. Essa métrica não pode mais ser utilizada para medir a eficiência de um website, hoje em dia existem milhares de ROBOTs (motores de busca, acesso, spam, etc) que varrem a internet a todo instante, acessando websites, portanto esse pode ser considerado um dado viciado no relatório.

7. Meu site está no Google, basta digitar o nome da minha empresa:
Essa é clássica… Quando ofereço trabalhos de otimização de sites para clientes ou como prospecção geralmente recebo como resposta o título desse tópico.

Esse erro é gravíssimo, pois o cliente está sim no Google, mas não está corretamente indexado no buscador. Uma das partes mais importantes do algorítmo do Google é o nome do domínio, onde entra na pesquisa a relação: nome x tempo de existência. Se o nome do seu domínio é o mesmo da sua empresa o Google colocará seu website na primeira posição.

O correto de estar nas buscar do Google é ser encontrado pelo serviço que sua empresa presta e a região/cidade em que atual. Os usuários quando utilizam o Google não estão procurando por uma empresa específica, procuram por produtos em determinadas localidades.

Exemplos: propaganda ribeirão preto, marketing ribeirão preto, branding ribeirão preto, website ribeirão preto, software ribeirão preto, emarketing ribeirão preto. Nessas busca o website da Codeorama Software está sempre nas primeiras posições do resultado, sendo responsáveis por 34% de meus acessos. As pesquisas mostram que um usuário comum raramente precisa passar da primeira página para encontrar o que deseja (estamos falando de produto/serviço e não fotos e textos, estamos falando de negócios!).

8. Curso de escola de informática não forma WEBDESIGNER!:
Essa informação pode fazer você ficar com raiva de mim, me xingar e até me boicotar. Mas essa é uma relidade que dever ser encarada pelos profissionais de programação formados por escolas de informática.

Nos cursos de “webdesigner” oferecidos pelas escolas de informática são ensinados os programas para desenvolvimento de websites e linguagens de programação: DreamWeaver, Flash, Visual Studo, ASP, PHP, JavaScript, HTML, XHTML, CSS, etc. Não questiono que os profissionais de programação formados pelas escolas de informática não sejam bons, questiono apenas a deficiência nas disciplinas que envolvem o lado humano num projeto de internet, exatamente quem vai usufruir do que você desenvolver. Ele será humano, com certeza.

O curso de escolas de informática não possui disciplinas como: design, teoria das cores, ergonomia, arquitetura da informação, IHC (Interação Humano-Computador), usabilidade, comportamento, etc. Essas são disciplinas de quem estuda design, pois designer é um profissional que dá forma e função para objetos, interfaces, etc… Garantindo a facilidade de uso e a plástica perfeita. Isso pode ser um trauma para você, mas DESIGN não quer dizer DESENHO em outro idioma como muitos pensam.

Fazer design para internet requer mais conhecimento de humanas do que de exatas. Você está desenvolvendo algo para ser usado por alguém, e esse alguém não é você! Portanto é fundamental investir em conhecimento humano. Faz parte da profissão, encare de frente ou mude de ramo!

9. Vender a validação do código do website na W3C como foco principal do projeto:
Não quero dizer que seja errado usar o validador da W3C, apenas quero deixar claro que quando desenvolvo para internet meu foco é o USUÁRIO FINAL e não a W3C, pois ela é apenas um consórcio administrado por desenvolvedores que SUGEREM como o código deve ser escrito. Para o usuário final de um website o importante é o funcionamento e a estética do mesmo, e não o código estar 100% correto no validador da W3C, alguns nem fazem idéia que o consórcio existe e/ou para que servem aqueles botões “horríveis” que muitos desenvolvedores colocam no rodapé dos webstes.

Eu desenvolvo para usuários finais e não para a W3C, não deixo de usar o validador nos meus projetos para conferir se tem erros de programação. Apenas não o utilizo como diferencial na venda de websites para clientes e nem tão pouco atrapalho o funcionamento das ferramentas do website e/ou design porque um consórcio que nem sabe que eu existo fez determinada recomendação (e nem me consultou). Eu testo meus projetos em 4 navegadores (internet explorer, firefox, safari e opera) e corrijo os erros que aparecem neles, não me preocupo se o validador da W3C encontra um erro de que não é mais aconselhado o uso da tag <IFRAME>, se nos navegadores elas são aceitas eu uso, o dia que os navegadores abandonarem a tag eu paro de usar! Quem vai utilizar o website é o usuário com algum desses navegadores descritos acima, o usuário jamais vai acessar o seu website pelo website da W3C, pois ela não possui navegador e o validador apenas aponta para o que ela julga estar errado.

O foco é o usuário! O validador da W3C é apenas um robô que interpreta o código do seu website de acordo com as inúmeras regras SUGERIDAS pelos administradores do consórcio, que são programadores e desenvolvedores, nessa equipe não deve ter um designer ou publicitário, pois eles cada vez mais estão sugerindo “regras” que dificultam a execução do design no projeto, em favor da simplicidade nos códigos, se continuar a caminhar para essa direção voltaremos a ter websites parecidos com páginas de texto do Word. Não sou louco de falar isso, tente validar o site do Google, Microsoft, Youtube, Yahoo, etc. Veja que os websites funcionam perfeitamente, não apresentam erros nos navegadores e mesmo assim a W3C considera que eles possuem erros. Isso porque eles sabem que quem dá acesso no website é o usuário e não o validador da W3C, esses são websites que retornam páginas simples, faça o teste com websites 2.0, de serviços e com bastante funcionalidades.

10. Colocar banners PISCANDO no website para chamar atenção do usuário:
Essa prática é muito difundida entre os clientes, onde eles acham que quanto mais piscarem os banners, mais vai chamar a atenção do usuário. Ilusão pura, o usuário está cansado dessa apelação por tentar desviar a atenção do foco principal.

Para chamar a atenção do usuário num website não precisa desse artifício, na maioria das vezes esses banners são desenvolvidos dessa maneira porque o website está com o problema do tópico nº 5, com muitos links de opção na página o cliente vai desejar chamar a atenção para o conteúdo novo, alterado ou de extrema importância no momento. O ÚNICO recurso que eles conhecem é fazer piscar! Com isso o website dele vai ficar parecendo uma filial de LAS VEGAS! (“Viva! Las Vegas” – Elvis Presley). Lembra daqueles filmes que passam aquelas panorâmicas da cidade de Las Vegas à noite? Você consegue assimilar algumas das marcas e escritos nos luminosos? Não, porque confunde. E essa será a mesma sensação que o usuário do website terá, além de achar que o dono do website está em desespero para ter acessos, pois essa prática na internet pode ser comparada a um feirante, gritando incansavelmente para sua “clientela” na feira: OLHA O PEIXE!

Se é preciso fazer um banner piscar no website para chamar atenção, o problema não é do banner e sim do website que deve ter muitos links para serem acessados, muito conteúdo desnecessário, diagramação e usabilidade ruins.

Espero que com esse post você possa caminhar melhor na estrada da internet.

Podem comentar, podem copiar parcial e/ou totalmente o texto, só lembrem dos créditos.

Paulo Gomes, publicitário e desenvolvedor para web. Atualmente desenvolve o projeto do primeiro sistema operacional online brasileiro, o Codeorama OS. Vencedor de 3 prêmios de e-marketing (consecutivos), 1 de portfolio cd/dvd, 1 de identidade corporativa e 1 de talento criação no Festival de Áudio e Multimídia de Ribeirão Preto, realizado pela APP. Também possui prêmios internacionais de design e tem seu nome na galeria de trabalhos para referência à futuros desenvolvedores da ferramenta Flash no website da Adobe.

26
Mai
08

Notícia: Sonda Phoenix da NASA tem TWITTER

Ontem, dia 25 de maio, a sonda Phoenix da NASA pousou em Marte. Até agora, nada de novo. É apenas mais uma sonda enviada pela NASA que futuramente se transformará em lixo espacial, assim como as demais.

Qual o fato relevante nesse notícia?! Simples, a sonda possui Twitter. Isso mesmo, ELA POSSUI TWITTER.

Além do website da NASA que fornece informações sobre essa nova aventura espacial, foi criado um Twitter para a sonda espacial, onde é possível acompanhar cada estágio da aventura. Com isso, os mais aficcionados por tecnologia espacial e afins podem acompanhar lance a lance da odisséia.

Mas o que se aprende com isso?!

Lembra daquele termo muito usado por marketeiros: Approach. A NASA está se aproximando do cidadão comum de todo o planeta, permitindo que eles acompanhem o desenvolvimento da missão quase que em tempo real pelo Twitter, com facilidade de uso (interface conhecida) e visibilidade (ferramenta largamente conhecida).

A NASA possui um “público alvo” muito segmentado, mas mesmo assim permite que qualquer pessoa no mundo possa acompanhar as missões. Usando o Twitter, ela consegue divulgar mais e melhor para o público em geral.

Ela manda um sonda para um planeta distante, mas mantem a proximidade com a população através da publicação de mini-posts no Twitter. Utilizando uma ferramenta conhecida, ela garante uma visibilidade muito maior do que tivesse criado apenas um blog interno no website da NASA.

Paulo Gomes pergunta: O que a sua empresa tem feito para aproximar os futuros clientes? Lembrando que no caso acima, a NASA não está vendendo a sonda, mesmo assim… Ela se aproxima dos usuários e permite que eles se aproximem dela.

Por Paulo Gomes

26
Mai
08

Notícia: A maioria usa a web para ter liberdade de comprar a qualquer hora

81% dos consumidores que compram online entrevistados numa pesquisa da Nielsen disseram que a possibilidade de comprar a qualquer momento durante o dia é a principal razao para escolher fazer compras pela internet no Natal. 77% apontaram a economia de tempo como 2a razao mais popular para o ecommerce. Na sequência, os consumidores apontam a possibilidade de comparar preços (61%) e de encontrar os produtos com facilidade (56%). A busca por preços baixos e a atraçao por frete barato mobilizam, respectivamente 46% e 24% dos consumidores. 

Fonte: Blue Bus

Paulo Gomes pergunta: Sua empresa está na internet, pronta para receber um pedido de compra de um usuário?

26
Mai
08

Pesquisa: Eles acham que o conteudo da internet está focado neles

Uma pesquisa da Burst Media indica que mais da metade dos usuarios pesquisados nos EUA acredita que o conteudo que existe na internet está focado na faixa etaria à qual pertencem. Esse sentimento chega a 76% entre os que tem de 18 a 24 anos, mas é mais baixo entre os mais velhos – 23% entre os que têm de 55 a 64 anos e apenas 12% entre quem tem acima de 65 anos. Um dado interessante da pesquisa é que usuarios a partir dos 35 anos pensam que a publicidade online nao é feita para eles, é feita para internautas mais jovens.

Fonte: Blue Bus

Paulo Gomes pergunta: O conteúdo, interface e design do seu website foram desenvolvidos inteiramente com foco no usuário final ou com foco no dono da empresa?




 

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