Arquivo para Agosto, 2008

11
Ago
08

notícia: Endereços na web poderão ter qualquer extensão

O órgão que regulamenta mundialmente a Internet aprovou por unanimidade a liberação das terminações de endereços dos sites, permitindo opções além das 21 disponíveis hoje – como .com ou .org.O conselho do Icann (Corporação de Nomes e Números Designados da Internet, na sigla em inglês) aprovou por unanimidade a possibilidade de que milhares de outros “domínios de alto nível” sejam incorporados à rede de acordo com a criatividade do usuário.

Com a permissão de que os novos nomes contenham qualquer combinação de letras, em breve poderiam surgir sites com o endereço terminando em .rio (para a cidade do Rio de Janeiro, por exemplo), .london, .nyc ou .xxx (para sites adultos).

Hoje, o final dos endereços dos sites têm de se resumir a poucas categorias, normalmente indicando a natureza do negócio ou da organização, seguidos ou não da sigla do país onde estão hospedados.

Outros alfabetos
Em sua conferência anual, em Paris, o Icann também aprovou uma proposta de permitir nomes de domínios escritos total ou parcialmente em caracteres como o chinês e o árabe.

“Esta é provavelmente a maior mudança no sistema de nomenclaturas de domínios desde o seu nascimento”, disse o presidente do Icann, Paul Twomey.

“É como os Estados Unidos do século XIX. É como abrir grandes quantidades de terra para novos empreendimentos imobiliários, novas oportunidades online.”

O plano de expandir as possibilidades em relação às terminações de nomes de Internet vem sendo trabalhado pelo Icann há seis anos.

Surpresa
No ano passado, por pressão de grupos conservadores, o Icann rejeitou o pedido para que os sites adultos passassem a terminar em .xxx.

O novo sistema deve entrar em vigor a partir do próximo ano, mas o Icann já antevê problemas e talvez a necessidade de arbitrar entre diversas organizações de olho no mesmo nome.

“Deve haver muita competição, muitas pessoas querendo nomes próprios e de cidades, pessoas que virão com nomes que são grandes idéias de negócios”, disse Twomey.

“Será uma grande surpresa. Muita gente está mantendo suas idéias em segredo agora. Só vamos vê-las quando eles pedirem autorização para usá-las.”

 

Fonte: Terra

11
Ago
08

Codeorama OS: American Design Awards

Codeorama OS recebeu em abril um prêmio da American Design Awards. Obtendo 81 pontos no total. Para acessar o link de referência, clique aqui.

Para acessar Codeorama OS, clique aqui.

11
Ago
08

notícia: Microsoft trabalha em substituto virtual para o Windows

SÃO PAULO - Os laboratórios da Microsoft escondem um projeto que deve ser o substituto definitivo do Windows, e abrirá uma nova era na concepção dos sistemas operacionais. Segundo reportagem do jornal El País, o nome do programa em código é Midori e ele funcionará de maneira bastante diferente dos sistemas anteriores da Microsoft, pois vai se concentrar na internet e não dependerá do PC.A revista especializada Software Development Times teve acesso a documentos internos da companhia que revelam alguns aspectos de um dos projetos mais importantes para o futuro da Microsoft.

Segundo o El País, o conceito que guia o desenvolvimento do Midori é o da virtualização, que permite criar sistemas que possam ser acessados de qualquer terminal, que consumem menos recursos e que estão começando a ter um importante papel na informática corporativa.

A Microsoft preferiu não fazer comentários sobre um projeto que ainda não está maduro. “O Midori é um dis muitos projetos em que a Microsoft está trabalhando. Mas ainda é muito cedo para falar dele”, afirmou em comunicado.

 

Fonte: Estadão

11
Ago
08

notícia: ‘Superarquivo’ do Google promete armazenar até 10 milhões de documentos

O Google anunciou nesta terça-feira (05/08) que está oferecendo uma versão atualizada do aparelho que vende a empresas e organizações governamentais e permite uma busca de documentos internos, ao estilo Google usado na internet.

O líder entre os serviços de busca na web anunciou que a mais recente versão do Google Search Appliance, um aparelho do tamanho de uma caixa de pizza que contém um sistema autônomo de busca para administrar os arquivos eletrônicos de uma organização, pode armazenar até 10 milhões de documentos.

O novo produto tem a mesma capacidade de uma versão anterior fornecida, no entanto, na forma de um rack com cinco caixas. O Google já vende uma versão de 12 caixas do aparelho, em um rack do tamanho de uma geladeira e com capacidade para realizar buscas em até 30 milhões de documentos.

Os aparelhos contém software do Google para acionar os serviços de busca, e hardware de armazenamento de dados produzido pela Dell.

Documentos em rede
Assim que instalado em rede, o aparelho ajuda funcionários a localizar documentos em diversos sistemas de armazenamento diferentes, do Documentum, produzido pela EMC, ao FileNet, da IBM, passando pelo LiveLink, da Open Text e pelo SharePoint, da Microsoft .

Os novos recursos do modelo incluem maior poder de cifragem e o uso do sistema Google Alerts a fim de notificar usuários sobre a chegada de novos documentos incluídos na rede por colegas.

Os administradores de redes poderão operar o Google Search Appliances em 27 idiomas, com o acréscimo do turco, tcheco, vietnamita e português. As caixas podem, por sua vez, distribuir resultados de busca aos funcionários de empresas em 40 idiomas diferentes.

O Google não revela a receita auferida por seus aplicativos de busca, que são parte de sua divisão de software e serviços para empresas, dirigida a clientes empresariais.

Cerca de 98% do faturamento do grupo deriva de publicidade vendida no site Google.com e sites afiliados.

 

Fonte: G1

11
Ago
08

notícia: Novo serviço de buscas quer superar o Google

O Cuil (pronunciado como a palavra inglesa cool) está oferecendo um novo serviço de buscas, em www.cuil.com. Desenvolvido por uma empresa iniciante criada por antigos engenheiros doGoogle, o objetivo do Cuil é superar em tamanho o líder do setor.

A empresa, que enfrentará uma difícil batalha para mudar os hábitos de navegação dos internautas, afirma ser capaz de indexar mais rápido e mais barato uma porção da web bem maior que a do Google, o serviço de buscas que hoje oferece o maior índice online.

O novo rival do Google afirma que seu serviço vai além das técnicas de busca dominantes, que se concentram em links e padrões de tráfego de audiência, e em lugar disso analisa o contexto de cada página e os conceitos por trás de cada pedido de busca dos usuários.

“Nossos significativos avanços em tecnologia de busca permitiram que indexássemos parte muito maior da Internet, colocando quase toda a Web ao alcance de todos os usuários”, afirmou Tom Costello, co-fundador e presidente-executivo da Cuil, em comunicado.

Danny Sullivan, analista de buscas na web e editor-chefe do site Search Engine Land, disse que o Cuil pode tentar explorar queixas que os consumidores têm sobre o Google – a saber, o fato de que o serviço tenta fazer coisas demais, seus resultados favorecem os sites já populares e ele favorece demais certos sites de referência, como a Wikipedia.

“O momento pode ser propício ao surgimento de um desafiante”, disse Sullivan, acrescentando rapidamente que “concorrer com o Google continua a ser uma tarefa desafiadora, como a Microsoft dirá”.

A Microsoft, terceira maior empresa norte-americana no mercado de buscas na web, vem procurando – em vão até o momento -, unir forças com o segundo colocado do setor, o Yahoo, a fim de competir com o Google.

O Cuil foi fundado por um grupo de pioneiros das buscas, entre os quais Costello, que criou um protótipo da Web Fountain, a ferramenta de análise de buscas da IBM, e sua mulher Anna Patterson, arquiteta do imenso índice TeraGoogle de páginas da web, operado pelo Google.

Patterson também criou o sistema de buscas para uma empresa mundial de armazenagem de informações empresariais, a Recall, subsidiária do grupo australiano Brambles.

 

Fonte: Terra

11
Ago
08

notícia: Firefox supera Internet Explorer em número de usuários na Hungria

O navegador da internet Mozilla Firefox superou na Hungria o Internet Explorer da Microsoft em número de usuários, informou hoje a imprensa especializada húngara.Enquanto o Internet Explorer é usado por 46,8% dos internautas, o navegador gratuito Firefox é a opção de 48,9% dos usuários da rede.

Esta é a primeira vez que o Firefox, um software livre da Mozilla, supera seu maior rival, graças a sua nova versão 3.0, apresentada há poucas semanas, informou a portal “Index”.

O Firefox bateu um recorde mundial quando, em meados de junho, conseguiu superar os 8 milhões de downloads do software em 24 horas.

Os dados publicados na Hungria pela companhia de informática Adverticum se baseiam em 2,4 milhões de navegadores que visualizaram alguma publicidade oferecida pelo administrador AdServer.

O navegador mais usado no mundo atualmente é o Internet Explorer, com 75% do total dos usuários, seguido pelo Firefox (17%) e pelo Safari (4%), da Apple.

 

Fonte: Terra

 

Paulo Gomes comenta: Sábios húngaros…

11
Ago
08

notícia: Programador alerta: 41% da Internet continua vulnerável

Desde uma reunião secreta de emergência entre especialistas em segurança de computadores, na sede da Microsoft, em março, Dan Kaminsky vem instando empresas de todo o mundo a corrigir uma falha potencialmente perigosa na estrutura básica da Internet.

Enquanto os provedores de acesso à Internet correm para resolver o problema, que torna possível a criminosos encaminhar usuários de computadores a sites falsos nos quais informações pessoais e financeiras podem ser roubadas, Kaminsky se preocupa com a possibilidade de que a demora seja excessiva.

Ele calcula que cerca de 41% da Internet continua vulnerável. Agora ele está reforçando a pressão sobre as empresas e organizações para que realizem as mudanças de software necessárias, antes que hackers criminosos se aproveitem da vulnerabilidade.

Na semana que vem, ele continuará em sua campanha, ao expor publicamente os detalhes da falha em uma conferência de segurança em Las Vegas. Isso deve forçar administradores de redes a corrigir defeitos nos milhões de sistemas afetados.

Mas, ao detalhar onde está o problema, ele facilitará aos criminosos explorá-lo, roubando senhas e outras informações pessoais.

Kaminsky tem de encontrar o equilíbrio entre a proteção a milhões de usuários e abalar a confiança dos consumidores nos sistemas bancários e de comércio via Internet. Mas ele está entre os especialistas que acreditam que ameaças de segurança reveladas forçam os administradores de redes a agir. “Precisamos planejar para o caso de desastres”, ele disse.

A falha que Kaminsky descobriu está no sistema de nomes de domínio, uma espécie de lista telefônica automatizada que converte endereços simples de lembrar, como google.com, em contrapartes numéricas que as máquinas aceitam mais facilmente.

As conseqüências potenciais do defeito são apavorantes. Ele poderia permitir que um criminoso redirecionasse o tráfego da web secretamente, de modo a que uma pessoa que digitasse o endereço correto de um banco terminasse encaminhada a um site falso criado para obter sua senha e nome de usuário. O consumidor não estaria ciente de que o site visitado era falso.

O problema é análogo ao de, por exemplo, ligar para a assistência ao assinante de uma companhia telefônica para conseguir o número de um banco, e receber uma informação incorreta com um telefone no qual alguém se faria passar por operador do banco e solicitaria senha e nome de usuário.

O problema na Internet e a corrida para corrigi-lo são um lembrete urgente de que a Internet continua a ser uma mistura ocasionalmente anárquica de jurisdições. Nenhuma pessoa ou grupo isolado tem o poder de proteger as transações online de todos. A segurança da Internet depende de pessoas como Kaminsky, que precisa persuadir outros especialistas de que as ameaças são reais.

“Isso revela os riscos que as pessoas enfrentam, e o consumidor deveria ficar esperto”, diz Ken Silva, vice-presidente de tecnologia da VeriSign, que administra endereços de Internet com terminação .com e .net. “Não tome por certas as coisas que as máquinas fazem por você”.

Quando Kaminsky, 29, anunciou o problema, em 8 de julho, ele disse que esperaria um mês antes de divulgar os detalhes, na esperança de que isso estimulasse os administradores de redes a corrigi-lo com alterações de software antes que os hackers pudessem atacar.

Mas na semana passada detalhes corretos sobre a falha foram veiculados por algum tempo, aparentemente devido a um erro acidental em uma empresa de segurança da computação. Agora os especialistas estão esperando para ver se as correções nos até nove milhões de computadores afetados, em todo o mundo serão realizadas com a rapidez necessária.

“As pessoas levaram o problema a sério e estão atualizando seus servidores”, diz Silva.

Grandes provedores de Internet nos Estados Unidos indicaram esta semana que já haviam ou em breve corrigiriam o problema. Comcast e Verizon, dois dos maiores provedores, anunciaram que suas redes já estavam atualizadas, e a AT&T anunciou que estava procedendo às correções.

Mas o problema é mundial, e o tempo necessário a resolvê-lo pode expor usuários da web por semanas ou meses.

Indivíduos e pequenas empresas que estejam preocupados com o problema e disponham de algum conhecimento técnico podem alterar as preferências de rede em seus computadores de modo a que eles utilizem os servidores de nome de domínio de um serviço chamado OpenDNS (www.opendns.com), de San Francisco.

Alguns sistemas de computadores estão imunes ao defeito. Cerca de 15% dos servidores de nomes de domínio nos Estados Unidos e 40% dos europeus, incluindo os de grandes provedores de acesso à Internet como a America Online e a Deutsche Telekom, utilizam software de uma empresa holandesa chamada PowerDNS, que não é vulnerável à falha.

Mas boa parte da rede continua exposta.

“Estou vendo o trabalho de correção, e sei que não é fácil”, declarou Kaminsky em entrevista por telefone.

O erro, que ele descobriu por acidente em fevereiro, passou despercebido por quase duas décadas. O momento da revelação surgiu quando ele estava refletindo sobre outra ameaça de segurança. Da mesma forma que, se alguém olha para uma imagem por longo tempo, outra imagem parece emergir, ele subitamente compreendeu que seria possível adivinhar informações cruciais sobre o protocolo que os servidores de nomes de domínio utilizam para converter em endereços numéricos os endereços textuais de Internet.

“Eu estou envolvido nesse jogo para proteger as pessoas”, disse Kaminsky, que participa de trabalhos de segurança da computação desde seus anos de universidade.

 

 

Tradução: Paulo Migliacci ME 

Fonte: Terra

11
Ago
08

notícia: Brasil: 53% dos usuários já publicaram informações na web

A pesquisa da F Nazca que apurou o comportamento do usuário em relação à Web 2.0, indica que 53% dos que acessam a internet já incluíram ou incluem textos ou informações de sua autoria na web.

Além disso, o número de pessoas que afirmam postar comentários em sites de notícias passou de 3% na última edição do estudo para 11% no levantamento atual.

Segundo o estudo, 47% da população adulta do País têm acesso à internet, o que representa 59 milhões de internautas maiores de 16 anos.

Foram ouvidas 2.110 pessoas, entre 26 e 27 de março, em mais de 150 municipios do país.

Segundo a agência, os resultados surpreendem “não só por apresentar um número maior deusuários do que os apontados pelas últimas pesquisas do Ibope NetRatings“, mas também por indicar o “processo de democratização do acesso à internet que ocorre no Brasil com o aumento de LAN houses e de postos de acesso gratuitos.

De acordo com o estudo também, 48% dos 59 milhões de usuários navegam em locais públicos – 29% em LAN houses, 10% em escolas, faculdades ou universidades e 9% em postos de acesso público.

Comentando os resultados, Fernand Alphen, diretor de planejamento da F Nazca, diz que foi feita uma comparação dos dados com os números dos EUA e França e foi constatado que “o Brasil vive um fenômeno à parte, onde há uma popularização dos meios digitais”.

 

Fonte: Terra

11
Ago
08

notícia: Google lança ferramenta para conhecer termos mais procurados por países

O Google anunciou hoje o lançamento de Insights for Search, uma nova ferramenta que mostra quais são os termos mais procurados na rede dentro de cada país ou em períodos concretos de tempo.A Insights for Search, que amplia e melhora o serviço Google Trends, oferecido há dois anos pelo site, está destinado inicialmente a profissionais do “marketing”, embora a firma espere que seja útil a muitos outros usuários da rede.

No Brasil, por exemplo, a primeira palavra mais procurada foi “jogos”, seguida de “orkut” e “youtube” nos últimos 30 dias.

Hal Varian, economista-chefe do Google, disse à imprensa dos Estados Unidos que a ferramenta tem outros usos interessantes como “previsões econômicas, estudos sociológicos, financeiros ou, inclusive, etimológicos para ver como se expandem novas palavras entre a população”.

Nos Estados Unidos, o site de relacionamento social “MySpace” foi o termo mais procurado, seguido de “lyrics” e “Yahoo!”.

A página não fornece dados da palavra mais procurada no mundo nos últimos 30 dias, mas indica que iPhone, o popular telefone celular da Apple, registrou o maior crescimento (50%) na freqüência de buscas.

 

Fonte: Terra

11
Ago
08

notícia: Internet cresceu mais que as outras midias nos EUA, pesquisa

A internet foi o meio que mais cresceu em investimento publicitário nos EUA no 1o trimestre do ano, segundo dados da TNS Media Intelligence. A alta foi de 8,5% na comparaçao com o mesmo periodo de 2007. Na sequencia, aparecem midia exterior (2,5%), TV (1,7%) e revistas (0,8%). Registraram queda os jornais (-5,2%) e o radio (-4,5%). O TechCrunch publica os numeros e chama atençao para o fato de que quando analisa investimentos online, a pesquisa só considera a publicidade em banners – nao inclui search advertising. Comenta ainda que a internet subiu mais do que os outros meios mesmo tendo apresentado um percentual de crescimento menor. No 1o trimestre de 2007, os investimentos em online advertising tinham aumentado 16,7%.

Fonte: Blue Bus




 

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